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“A pérola e a cebola: reflexões
sobre ciência e fé” - António Frias Martins
- O caminho para a sabedoria é olharmos para dentro e conhecermo-nos a
nós próprios;
- Existem três perguntas essenciais que nos devemos colocar a nós
próprios: “Porque sou?”, “Quem sou?” e “O que sou?”;
- O “Porque sou?” é abordado através da fé;
- O “Quem sou?” é abordado através da filosofia;
- O “O que sou?” é abordado através da ciência;
- A Fé é a aceitação da proposta sem evidência científica;
- Paradoxo da pérola e da cebola; A pérola é formada no interior da
ostra devido à sucessiva deposição de camadas de nácar sobre um organismo
estranho, um grão de areia. A pérola é, basicamente, uma reação alérgica. É
bonita por fora, mas formada a partir de um centro morto. A cebola é um legume
que aparentemente não é nada de especial. Também ela é formada através de
sucessivas camadas, mas com uma diferença – a cebola tem um centro vivo.
Vídeo exibido no TEDx PDL
“Os Açores do futuro – mais complementaridade, menos rivalidade” - Nuno Tomé
- O que pode ligar os Açores, um barco de papel e o José Mourinho?
- Em 1895, Francisco Corte Real empreendia uma viagem que uniu Angra do
Heroísmo a Ponta Delgada, num barco chamado Autonomia, feito em madeira e
revestido a papel de jornal. Foi um esforço de união do arquipélago;
- Hoje, os Açorianos são e estão diferentes;
- Tal como José Mourinho consegue coordenar todos os egos dos jogadores
das suas equipas, também as várias ilhas dos Açores podem colocar de parte as
suas rivalidades. Há que apostar na complementaridade;
- Devemos continuar a navegar, nem que seja num barco de papel, apostar
na complementaridade entre ilhas e aprender a gerir bem os egos de cada ilha,
tal como Mourinho faz com os seus jogadores;
“As aventuras de um português
nos Açores” - Luís Cardoso
- Desde os tempos antigos que o Homem comunica com desenhos, nas
cavernas. Hoje em dia é com muito gosto que viajo pelas escolas, para tentar
incutir e recuperar nos jovens o gosto pela banda desenhada;
- Mais que uma terra de oportunidades, os Açores são uma terra de
possibilidades;
- Nos Açores existem facilidades, o que não significa facilitismos. As
facilidades são que quem quer fazer, encontra condições. Os facilitismos são
quando alguém nos “carrega ao colo”. Nos Açores há espaço para crescer, para
quem quiser fazer o caminho;
- As pessoas vivem agarradas às coisas;
- O centralismo existe em toda a parte. Se nos Açores as coisas tendem
a centralizar em S. Miguel, no país as coisas tendem a centralizar em Lisboa e
na Europa as coisas tendem a centralizar na Alemanha;
- Muitas vezes vemos a roupa suja pendurada no quintal do vizinho e
esquecemo-nos que podemos ser nós que temos os vidros das nossas janelas sujos;
- Todos nós consumimos algo que já foi feito. A folha em branco é o que
nos permite deixar algo para que os outros consumam;
"O Outro lado de mim" - Sonasfly
"O Outro lado de mim" - Sonasfly
Vídeo exibido no TEDx PDL
“Açores, um oásis no Atlântico”
- Nuno Sá
- Quando para cá vim, os Açores pareciam um mar de oportunidades a
explorar;
- Não pode haver muitos sítios onde se concentrem cerca de 1/3 das
espécies de baleias e golfinhos do planeta;
- Conselho que Nuno Sá recebeu de um grande fotógrafo internacional de
vida selvagem: “Tu vives num dos sítios com maior biodiversidade do planeta.
Esquece o resto do mundo e concentra-te em mostrar os Açores aos Açorianos, aos
Portugueses e ao Mundo”;
- O maior e o 2º maior peixe do mundo estão nos Açores. O tubarão baleia
e o tubarão frade, respetivamente;
- Não temos reservas para a prática de mergulho nos Açores, com exceção
da Reserva Voluntária do Caneiro dos Meros, instituída no Corvo pelos
pescadores locais. Esta reserva tem o tamanho aproximado de um campo de futebol;
- Temos cachalotes todo o ano, nas nossas águas;
- Os Açores concentram 500 espécies de peixes, 20 espécies de baleias e
golfinhos e 5 das 7 espécies de tartarugas marinhas do mundo;
Vídeo exibido no TEDx PDL
“Vida e morte do património cultural” - Susana Goulart
- O passado tem de ser revivido com o nosso olhar atual;
- Há uma sede de conservação e de preservação, mas por vezes não há mal
em deixar o património “morrer”. Ex: um museu pode estar fechado durante anos e
depois reabrir, que pode muito bem ser o caso do Museu Carlos Machado;
- Os museus parece que ficaram presos no século XIX e esqueceram-se que
estão no Século XXI. Talvez por isso muitas vezes não consigam cativar os
jovens, que os consideram “aborrecidos”;

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